Ainda em Santa Apolónia, depois do fantástico artigo armadilhado sobre como transformar os seus próximos três fins-de-semana em inferno informático, deparei-me com isto:
Primeiro, pensei: "Eia pá! Quando a realidade e a ficção se confundem! Ca cena macaca."
Depois, pensei: "WTF? Então a mulher está grávida de seis meses e dá uma entrevista sobre as suas infidelidades? Hã?" Chamem-me careta e bota d'elástico, mas quando leio uma entrevista de uma mulher grávida, o mínimo que eu espero é um certo espírito lamecha e maternal, com frases anestesiantes dentro do estilo: "A gravidez mudou a minha vida. Renasci. O aloe vera é óptimo para as pernas inchadas." Etc., etc., etc. Agora, "Traí, fui traída e fui amante"? Eh, pá. Eh, pá. Não sei. Parece que não joga. Qual é a vossa opinião, pessoal? Já sabem, escrevam num papelinho amarelo e, tufa!, contentor azul com ele.
Por fim, reparei no "Reacenda a paixão. Faça sexo hoje!" Mmm...? Uma sugestão: páre de lhe chamar "fazer sexo"!